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sábado, 8 de setembro de 2012

The Encyclopedia of Human-Computer Interaction

AQUI

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This encyclopedia covers the design of interactive products and services like websites, household objects, smartphones, computer software, aircraft cockpits, you name it.
 
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The encyclopedia is free, includes HD videos, commentaries, and lots more. All chapters are written by elite professors or elite designers who have contributed greatly to the area they write about.
 
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We think you deserve free access to materials written by the world's technology elite - worth thousands of dollars - whether you are from New York or New Delhi. That's our mission and we hope you will join us!

quinta-feira, 19 de julho de 2012

How is computing changing the architect’s job?

In a new book, an MIT researcher looks at the influence of high-tech simulations on the profession of architecture.

“It’s not only that technology has had an impact on design,” Loukissas says. “Certain new technologies have become part of an ongoing negotiation about what constitutes the work of architects versus that of engineers.”

(...)

“Too often in schools, architecture is still taught as work of a sole practitioner who independently conceives and refines an architectural idea and hands it off to someone who builds it according to the specifications,” Loukissas says. “Well, it never happens that way. It’s a kind of myth.”

(...)

As it stands now, Loukissas thinks, architects are walking a fine line between “casting themselves as generalists” with a useful range of knowledge, on the one hand, and being perceived as lacking “expertise in any one area” on the other. Meanwhile, he adds, “a lot of engineers see technology, and its creators, as occupying the central role in design, with architects being just another branch of this process.”

See the full article here

Yanni Loukissas

Book _  Co-Designers: Cultures of Computer Simulation in Architecture

PocketCAVE no ISCTE-IUL _ ligação com Arquitectura

Após o desenvolvimento da CAVE-Hollowspace no Centro de Ciência Viva no Lousal, projeto científico desenvolvido por investigadores do ISCTE-IUL em colaboração com outras universidades e institutos Nacionais (FCUL, IST) e Brasileiros (PUC-RIO), foi recentemente instalada, nas instalações da ADETTI-IUL uma Pocket CAVE, no âmbito da colaboração entre a Microsoft e a ADETTI-IUL, relativa ao projeto QREN 7943 CNG - Conteúdos de Nova Geração, que permitirá a investigação universitária avançada no domínio dos ambientes imersivos e da interação natural e multimodal pessoa-computador, assim como o apoio à indústria.

A CAVE (CAVE Automatic Virtual Enviroment) é um ambiente de realidade virtual imersiva com visualização estereoscópica, que permite simular cenários à escala real e criar experiências de utilizador ricas do ponto de vista visual, auditivo e incluindo a sensação de tato, temperatura, cheiro, etc. Este sistema oferece aos investigadores, projetistas ou outros interessados a vantagem de percecionarem de modo imediato, em primeira mão e em tempo real uma simulação virtual de um espaço. Através do sistema de projeção da CAVE, assente num ou em mais planos de projeção, o sistema cria uma simulação do ambiente bastante realista e interativa à escala natural, ideal para perceber as dinâmicas espaciais e relações entre os vários elementos que o constituem. Na CAVE o utilizador coloca uns óculos 3D e, através de uma interface multimodal (fala, gesto do corpo e das mãos), pode explorar, em tempo real, o mundo virtual e interagir com objetos, avatars e outros para ter uma experiência imersiva num ambiente puramente virtual.
Nesta reportagem (a partir do minuto 19:00) pode ver parte da sessão de demonstração da Pocket CAVE realizada com recurso a modelos 3D elaborados por alunos do DAU ISCTE-IUL que foram visualizados num ambiente de realidade virtual. Pretendeu-se mostrar o processo desde a modelação 3D, com recurso a vários sistemas computacionais, passando pela exportação para ambiente CAVE e finalmente a experimentação interativa do espaço construído de modo virtual. Esta sessão foi aberta a todos os interessados e permitiu uma experimentação única e pessoal de ambientes virtuais existentes ou em fase de simulação de projeto.


sexta-feira, 13 de julho de 2012

Wikihouse



WikiHouse is an open source construction set. Its aim is to allow anyone to design, download, and “print” CNC-milled hoses and components, which can be assembled with minimal formal skill or training.

The WikiHouse construction system is based on plywood fins, spaced evenly apart according to the selected gauge of the construction grid. Those fins can vary in size and shape. Once connected together and clad they form a robust timber frame structure.
WikiHouse uses only one basic material, 18mm structural plywood, in international standard sheets sizes of 2400mm x 1200mm (approx. 8'x4'). There are a number of different sheet materials to choose from, but they must have sufficient structural strength. Parts are cut from these sheets using a CNC milling machine.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Os Dez Mandamentos (para escrever textos acadêmicos), Julienne Hanson (1988), tradução (livre) do inglês por Frederico de Holanda (2003)

A vida acadêmica tem uma certa “moralidade”. A pesquisa é cooperativa, e dependemos de outros para progredir. As idéias devem ser livres e livremente concedidas; temos contudo a responsabilidade de tratar a propriedade intelectual com respeito. Devemos obedecer a certas regras de comportamento, particularmente ao escrever idéias na forma de textos acadêmicos. Bons hábitos adquiridos duram a vida toda; estes são os principais a cultivar.

1.  Seja explícito quanto à estrutura de sua argumentação desde o princípio. Todo texto precisa de uma introdução, uma discussão principal e uma conclusão. Exponha sua posição no início - i.é., diga o que você vai fazer,  faça-o, e diga o que fez. Seu leitor estará exatamente na sua posição desde o começo do texto e pode interagir com suas idéias quando elas aparecem porque sabe para onde a discussão caminha. O oposto é manter o leitor no escuro sobre a força de sua argumentação, a ponto de ele ter de confiar sempre na relevância do que é dito e então tirar o coelho da cartola ao final, na forma de algumas idéias ou conceitos que você guardou até a conclusão. É inadmissível porque, para discutir com você, o leitor tem de ler o trabalho duas vezes. Isto pode acontece quando você está escrevendo um rascunho e se dá conta do que é o trabalho somente quando o termina; nestes casos você tem de por as idéias principais no começo e rescrever tudo.

2.  Comece com o problema ou questão que pretende resolver, não com alguma teoria grandiloqüente. Erro comum é expor idéias teóricas no princípio à guisa da estrutura geral do trabalho. O leitor terá a expectativa de que você vai fazer progressos relativos a estes grandes problemas teóricos.  A probabilidade é que você não vai inovar neste nível; quando passa a discutir suas próprias idéias, fica difícil relacioná-las à estrutura que definiu. Se começar com um problema modesto, pode ser que não chegue a grandes avanços, mas poderá surpreender o leitor ao relacionar idéias teóricas ao seu problema e esclarecê-lo. Este é o melhor caminho para uma boa teoria.

3.  Uma boa idéia basta para escrever um texto; mas uma idéia, ou hipótese, é essencial. Apresentar o trabalho de outros de maneira descritiva não basta. Tentar uma análise sem qualquer idéia do que você pretende conseguir, apenas com a esperança de chegar a algo, pode bastar no estágio inicial de um curso, mas não para um trabalho substancial como uma dissertação. Carece acrescentar algo na forma de uma intuição, a aprofundar pela reflexão. Não procure resolver muitos problemas num só trabalho – a tentação “já que estamos falando nisso”. Se tentar discutir mais que um determinado conjunto de idéias num só trabalho, a probabilidade é que você termine num atoleiro. Selecione uma boa linha de investigação e tenha a esperança de levantar questões relevantes no seu trato.

4.  Todo texto precisa de um problema (que é diferente de um campo de pesquisa), um conjunto de dados, um corpo de literatura e uma hipótese. Você nada conseguirá sem os quatro. Um campo de estudo é uma área abrangente - e.g., a relação entre habitação e o estado – que contém muitas possíveis linhas de pesquisa. Nomear o campo lhe localiza numa comunidade de pesquisa mas não lhe ajuda a ser claro acerca do que você vai fazer ou o que você pretende acrescentar. É preciso identificar um problema específico no qual você pretende progredir - e.g., a medida que a participação de potenciais usuários no planejamento habitacional influencia a forma final do projeto. Você saberá quando identificou um problema, ou uma questão, porque neste ponto verá como chegar a uma resposta ao tratar um conjunto de dados. Nem tente escrever sobre algo sem boas informações pelas quais testar suas idéias. No caso hipotético é uma amostra de projetos residenciais com sabidamente diferentes níveis de participação de usuários no processo de projeto; as possíveis variáveis que poderiam dar conta das diferenças precisam ser estudadas. Não selecione seus dados como meio de disfarçar uma argumentação pobre. Se fizer isso, seus inimigos logo o desmascarão. Você deve ser o primeiro a indicar dificuldades com a escolha de suas informações, não o último. Afinal, selecionar dados para impulsionar idéias fracas é blefar; mesmo que você se saia bem estará enganando a si próprio. O próximo passo será revisar o saber tradicional ou o “estado da arte”, antes de apresentar suas próprias idéias. Contextualize seu trabalho; demonstre conhecer sua relação com outros trabalhos no campo.

5.  Escreva na terceira pessoa – “este texto trata de...” – não na primeira. Isto pode parecer pedante, mas o objetivo é distanciar você e seu investimento emocional na sua produção enquanto autor, do texto como produto, ao fazê-lo o máximo independente. O trabalho que você escreve deve ser uma estrutura de idéias independente que não precise de sua intervenção em qualquer momento, para dar uma opinião, expressar uma crença, adicionar um esclarecimento. Partimos do princípio de que você escreve por ter encontrado algo a ser partilhado. O fato de o trabalho estar sendo feito por você não importa; devemos julgar a qualidade das idéias sem referência a você como pessoa. A crítica é dirigida ao esclarecimento das idéias colocadas no papel, não a você.

6.  Apresente as idéias antes de avaliá-las. Para começar, não pressuponha que o leitor está familiarizado com tudo que você leu; sobretudo, você deve apresentar o trabalho aos outros da maneira mais desapaixonada possível, para que o leitor possa formar um julgamento independente quanto à sua relevância e limitações. Então faça sua avaliação, com a qual o leitor concordará ou não. O objetivo não é controlar o debate por meio de uma visão definida, mas testar a robustez das idéias, inclusive as suas. Se você não estiver preparado para fazer isto, não poderá aprender. Não seja metafórico. Se vale a pena dizer algo, que seja dito rigorosamente. Metaforizar é esnobismo intelectual. (...)

7.  Sempre revele a fonte de suas idéias e a influência no seu trabalho de idéias alheias, o melhor possível. Claro, às vezes é difícil dizer de onde vem uma idéia, particularmente quando se sintetiza o trabalho de muitas pessoas. Pelo menos não faça o oposto: roubar disfarçadamente a propriedade intelectual de terceiros. Na pior versão, apresentar cópia do trabalho de outros como seu é plágio, bilhete expresso para o fracasso. Lembre-se: toda idéia é provisória. Depois de esboçar o problema, examinar a literatura e analisar as informações, suas idéias continuam sempre provisórias. Você precisa discutir suas descobertas e interpretá-las à luz de tudo que disse até o momento; quando tiver feito isso, poderia chegar a alguma conclusão, mas apenas poderia. Nunca somos capazes de provar nada e nada será verdade eterna. Você poderá mostrar uma relação, sugerir descobertas, apontar fraquezas na sua argumentação (tanto quanto sua força) e indicar as mais aparentemente promissoras linhas para futura investigação. A modéstia deve estar na ordem do dia; ao aceitar que demos o melhor de nós, a pesquisa pode ser atividade muito prazerosa.  Tudo que sabemos é que provavelmente alguém surgirá com uma formulação mais clara (não logo, se fizermos bem nosso dever de casa).

8.  Sem conversa fiada. Seu objetivo é convencer com uma boa discussão, não com argumentos jornalísticos ou por meio de adjetivos. Não faça perguntas retóricas. (...) Não pressione o leitor a concordar com o que diz. Pare e pense tão logo sinta a tentação de introduzir idéias normativas – cuidado com as palavras que você próprio tem dificuldade em decodificar, como “sucesso”, “bom”, “fracasso”, “inapropriado”. Tampouco use jargão. O tamanho das palavras não mede suas idéias. As melhores idéias podem ser ditas de maneira muito simples: pensamento pouco rigoroso vem vestido em frases de efeito. Imagine que você precise explicar suas idéias para sua mãe; parta daí.

9.  Refira-se a exemplos tanto quanto possível. É sempre melhor argumentar por meio de exemplos do que de forma abstrata. Isto dá ao leitor algo concreto a que se referir, mas seus exemplos devem ser pertinentes. Isto se aplica a figuras e desenhos, tanto quanto a casos. Sempre interprete os diagramas que usa no texto – mesmo quando eles lhe parecem evidentes. Inversamente, nunca deixe margem a dupla interpretação, por não ter explicitado bem as coisas e o leitor ter de fazê-lo por você. Não pressuponha que o leitor verá as coisas da mesma maneira que você.

10. A discussão não deve apresentar hesitação, repetição ou desvio do assunto. Muitos encadeamentos de idéias são difíceis de seguir, mesmo quando apresentados claramente, sem demasiada elaboração. Censure seu próprio trabalho para eliminar tudo que não seja essencial ao argumento. Freqüentemente são partes desnecessárias que provocam problemas de convencimento no leitor. Essa razão basta para evitar colocar no papel questões que não tenha absoluta necessidade de levantar para se fazer claro.

São regras que procuramos seguir ao escrever textos acadêmicos. Segui-las pode não levar ao Prêmio Nobel de Literatura, ou mesmo a peça jornalística digna de suposto correspondente de arquitetura do “Jornal da Comunidade”, mas dar-lhe-á a satisfação de fazer pequena porém bem-formatada contribuição ao conhecimento. Se se habituar a testar seu trabalho por estes critérios, negar-me-á o prazer de dizer “não lhe avisei?”...

quarta-feira, 27 de junho de 2012

L-System

An L-system or Lindenmayer system is a parallel rewriting system, namely a variant of a formal grammar, most famously used to model the growth processes of plant development, but also able to model the morphology of a variety of organisms. An L-system consists of an alphabet of symbols that can be used to make strings, a collection of production rules which expand each symbol into some larger string of symbols, an initial "axiom" string from which to begin construction, and a mechanism for translating the generated strings into geometric structures. L-systems can also be used to generate self-similar fractals such as iterated function systems. L-systems were introduced and developed in 1968 by the Hungarian theoretical biologist and botanist from the University of Utrecht, Aristid Lindenmayer (1925–1989).

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sexta-feira, 22 de junho de 2012

Dicas para a dissertação

As dissertações devem estar divididas nos seguintes grandes capítulos (que podem ser ajustados de acordo com cada tema):
Resumo/abstract

Introdução
Estado da Arte (que pode não ter este nome e pode ser dividido por 2 ou 3 capítulos
Proposta / resolução da questão de fundo (pode também não ter este nome mas é o vosso contributo na tese, ou através de uma proposta prática, ou através de um pensamento crítico sobre o tema)
Conclusões
+
Bibliografia
+
Anexos (se justificar)
Destes capítulos, o Resumo, a Introdução e a Conclusão têm que estar MUITO bem escritos e absolutamente compreensíveis porque são as partes que, de certeza, todos os elementos do juri vão ler.
O Resumo deve ser pequeno (p.e 200 palavras/1 folha) e incluir:
- objecto estudo
- problema
- objectivos
- metodologia
- resultados esperados
A Introdução deve incluir o mesmo do anterior mas mais detalhado e mais:
- descrição sumária da estrutura da tese e do conteudo de todos os grandes capítulos
A conclusão deve incluir:
- as conclusões propriamente ditas;
- uma pequena abordagem às contribuições que a tese possam ter trazido ao tema tratado;
- indicação de linhas de investigações que possam ser seguidas na área ou que vocês gostassem de seguir

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

MACBA | Richard Meier | Barcelona

“This place has become a Meca … every teenager kid in Barcelona with a skateboard comes to that place (…) all the older people came to seat there and see the skater borders. (…) This place has a life that is far behind the life of the building”

The Getty Center | Richard Meier | Los Angeles@Museum


“The most important thing is that it creates a place (…) a place where people stay”

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

BLOOM _ dO|Su Studio Architecture

BLOOM 1.0 is a 20' tall shiny, metal 'flower' who's skin will open and close with the heat of the sun. On exhibition until Spring 2012, it's sure to provide a 'unique and exciting experience' for all who see it.
Location: Materials & Applications Art Laboratory, Silver Lake, CA





A sun-tracking instrument indexing time and temperature, with a shape alluding to a woman's Victorian-era under garment, "Bloom" stitches together material experimentation, structural innovation, and computational form and pattern-making into an environmentally responsive form. Made primarily out of a smart thermobimetal, a sheet metal that curls when heated, the form's responsive surface shades and ventilates specific areas of the shell as the sun heats up its surface. With the aid of complex digital softwares, the surface, made up of approximately 14,000 lasercut pieces, is designed for peak performance on spring equinox, March 20, 2012.


Composed of 414 hyperbolic paraboloid-shaped stacked panels, the self-supporting structure challenges the capability of the materials to perform as a shell. The panels combine a double-ruled surface of bimetal tiles with an interlocking, folded aluminum frame system. Like the undulation of the surface, the frame, by nature of its folds, is designed to appear on the inner or outer surface at the same cadence of the peaks and valleys. The final monocoque form, lightweight and flexible, is dependent on the overall geometry and combination of materials to provide comprehensive stability. In some areas of "Bloom", the hypar panels are made stiffer by increasing the number of riveted connections, while, in other areas, the panels are deeper to increase structural capability. The severely twisted panel shapes aid in the performance of the surface and challenge the digital and fabrication capabilities of parametric design. Within a single panel, portions of the surface directly face the sun, while the other side is in the shade and requires no reaction or curling. The result is dramatic variation in tile shapes and function within each panel.


Further material and structural research is being conducted by Wahlroos-Ritter in slumped glass, where the focus of innovation is in the formwork and the shaping process. Here, like in "Bloom", the size of the overall structure will be completely relevant to the structural capability of each hypar panel. Simultaneously, Sung is further developing bris-soleil systems and curtain-wall panels that combine responsive thermobimetal with glass into a passive shading systems.


Doris Sung
dO|Su Studio Architecture


In Collaboration with :
Ingalill Wahlroos-Ritter, Glass consultant
Matthew Melnyk, Structural Engineer


Design Team: Dylan Wood (Project Coordinator), Kristi Butterworth, Ali Chen, Renata Ganis, Derek Greene, Julia Michalski, Sayo Morinaga, Evan Shieh

Materials & Applications, Silver Lake, CA
Fall 2011 to Summer 2012

INFO:
dosu-arch.com
tbmresearch.blogspot.com
http://www.emanate.org/



terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Prefabricação _ edifício de 30 pisos montado em 15 dias





"THE fact that the Chinese can put a building together quickly is not news. But the fact that teams working near Dongting Lake in Hunan province can assemble a prefabricated 30-storey hotel in 15 days is rather impressive, as this time-lapse video demonstrates. Work done on building the foundations—and indeed on fabricating the various sections used to create the hotel—were not added to the video's timing, so the claim to a 15-day construction period should not be taken too seriously. Writing on Treehugger.com, Lloyd Alter is awed by the way the building was put together.
When I was a kid I used to play with systems like this, but never thought that they would actually become real some day. The implications of this are significant; construction is just about the only industry that has not been exported. But now the Broad Sustainable Building Corporation has designed a system that will let them build anywhere, to construction tolerances of +/- 0.2 mm. The architectural and construction world just changed.
The hotel is the creation of Broad Group, an air-conditioning specialist, which says that the building can withstand an earthquake of magnitude 9. And its construction cost, according to Next Big Future, is one third of the current standard for Chinese skyscrapers. You may be seeing more of them."

http://www.economist.com/blogs/gulliver/2012/01/chinese-hotels

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Interactive Architecture

Robotecture
Robotecture.com is a site dedicated to Michael Fox's teaching and research in interactive architecture and biomimetics.

Spatial Robots
Spatialrobots.com features and critiques control technologies, interfaces and robotics as they pertain to the future of interactive architecture and space. Created by Miles Kemp in 2007, this website showcases architecture, space, interfaces, new media, websites, robotics, nanotechnology, reconfigurable objects, behavioral logic, new materials, and emerging technologies with emphasis placed on projects being interactive and spatial.